7 exercícios para bíceps cabeça curta (com treino pronto)

7 exercícios para bíceps cabeça curta (com treino pronto)

O bíceps cabeça curta é a porção interna do músculo da frente do braço, a parte que dá largura quando você olha o braço de frente. Embora ela não trabalhe sozinha, alguns ajustes simples de posição e pegada fazem com que ela receba uma parte maior do esforço em cada repetição. Ou seja, dá para direcionar o treino, e é isso que você vai aprender a aplicar aqui.

Como profissional de Educação Física (CREF 004521-G/PE), selecionei os 7 exercícios que mais favorecem essa porção. Além da execução passo a passo, você vai ver os erros que mais aparecem na academia e um treino pronto por nível. Se você quer a visão geral do músculo, o nosso treino de bíceps completo com 8 exercícios é o ponto de partida. Este guia, por outro lado, aprofunda uma parte específica dele.

Um aviso antes de começar: existe também a cabeça curta do bíceps femoral, que fica na parte de trás da coxa. Portanto, este conteúdo trata só do bíceps braquial, o do braço. Por fim, a tabela abaixo resume os sete exercícios de bíceps cabeça curta, para você escolher rápido o que cabe no seu treino e no equipamento que tem à disposição.

ExercícioEquipamentoNívelPor que foca a cabeça curta
Rosca Scott abertaBanco Scott + barra WInicianteBraço à frente e fixo
Rosca direta W abertaBarra WTodos os níveisPegada mais larga que o ombro
Rosca spiderBanco inclinado + barraIntermediárioBraço à frente, sem balanço
Rosca concentradaHalter + bancoInicianteCotovelo apoiado e à frente
Rosca no cabo abertaPolia baixa + barraIniciantePegada larga e tensão constante
Rosca crucifixoCross overIntermediárioBraço aberto na linha do ombro
Barra fixa supinadaBarra fixaIntermediárioMenos específica, mas com carga alta

Bíceps cabeça curta: o que é e onde fica no braço?

De acordo com a anatomia, o bíceps cabeça curta é uma das duas porções do bíceps braquial. Ela nasce no processo coracoide da escápula, uma pequena saliência óssea na frente do ombro. Em seguida, desce pela face interna do braço e se junta à cabeça longa para se prender no rádio, logo abaixo do cotovelo.

Assim, quando alguém fala em treinar o bíceps cabeça curta, está falando da parte do músculo que fica virada para o tronco. Ela contribui para a espessura e a largura do braço visto de frente, enquanto a cabeça longa, do lado de fora, tem mais peso no famoso pico do bíceps. As duas trabalham juntas em toda rosca, porém nem sempre na mesma proporção.

Cabeça curta x cabeça longa: qual a diferença?

Em primeiro lugar, a principal diferença está no ponto de origem. A cabeça longa nasce acima da articulação do ombro e tem um tendão que passa por um sulco do úmero. Por isso, ela fica mais alongada quando o braço vai para trás do corpo. Já a cabeça curta nasce mais à frente e, por isso, fica relativamente mais favorecida quando o braço trabalha à frente do tronco.

Essa diferença de posição explica por que a rosca inclinada costuma ser indicada como exercício para cabeça longa do bíceps, enquanto a rosca Scott aparece nas listas da porção interna. Dessa forma, a tabela abaixo resume o que muda entre as duas porções e quais movimentos costumam dar mais ênfase a cada uma delas no dia a dia de academia.

CaracterísticaCabeça curtaCabeça longa
LocalizaçãoFace interna do braçoFace externa do braço
OrigemProcesso coracoideAcima da articulação do ombro
Efeito visualLargura e espessuraPico do bíceps
Posição que favoreceBraço à frente do troncoBraço atrás do tronco
Exercícios que focamRosca Scott, spider, concentradaRosca inclinada, martelo

Como dar ênfase à cabeça curta do bíceps no treino

Para trabalhar o bíceps cabeça curta com mais ênfase, você mexe principalmente em duas variáveis: a posição do braço em relação ao tronco e a largura da pegada. Além disso, manter o punho bem virado para cima no topo funciona como ajuste fino. Nenhuma delas isola a porção interna, porque o bíceps é um músculo só e as duas cabeças dividem o mesmo tendão de inserção. Em outras palavras, o que muda é quanto cada parte contribui no movimento.

De fato, os estudos com eletromiografia mostram diferenças regionais pequenas entre as cabeças. Além disso, a ciência ainda não fecha questão sobre o quanto isso muda o crescimento de cada porção. Por isso a estratégia mais segura é combinar esses ajustes com volume de treino bem distribuído e progressão de carga ao longo das semanas.

Qual o melhor exercício para cabeça curta do bíceps?

Se você só puder escolher um, fique com a rosca Scott com pegada aberta. Afinal, ela junta os dois ajustes que mais favorecem o bíceps cabeça curta: braço à frente e mãos afastadas. Ainda por cima, trava o cotovelo no apoio, o que reduz o roubo com o corpo.

Mesmo assim, o melhor exercício para cabeça curta do bíceps é aquele que você executa bem e consegue progredir. Por exemplo, se o seu banco Scott vive ocupado, a rosca concentrada e a rosca no cabo com pegada aberta entregam um estímulo muito parecido. Os sete exercícios estão detalhados logo depois destes dois ajustes.

Braço posicionado à frente do corpo

Quando o cotovelo fica à frente do tronco, como no banco Scott ou na rosca spider, a cabeça longa trabalha numa posição mais encurtada e perde parte da vantagem mecânica. Como resultado, a cabeça curta passa a assumir uma fatia maior da força necessária para levantar o peso.

Um teste simples mostra isso. Sem carga, flexione o cotovelo com o braço colado ao corpo e, depois, repita com o braço levemente à frente, como se fosse apoiar num banco. Então, na segunda posição, a contração tende a ficar mais perceptível na face interna do braço.

Pegada mais aberta que a linha dos ombros

Do mesmo modo, afastar as mãos um pouco além da largura dos ombros faz o antebraço trabalhar levemente inclinado para fora. Essa angulação coloca a porção interna do bíceps numa linha de tração mais favorável, e por isso a pegada aberta aparece em quase todos os exercícios desta lista.

Só não exagere. Afinal, uma pegada larga demais força o punho e o ombro, e o ganho de ênfase não compensa o desconforto. Por isso, use a barra W, que deixa o punho numa posição mais natural, e procure a abertura em que você sente o bíceps trabalhando sem dor nas articulações.

1. Rosca Scott com pegada aberta: a mais segura para a porção interna

Rosca Scott com pegada aberta

A rosca Scott com pegada aberta é feita sentado, com a parte de trás do braço apoiada no banco inclinado e as mãos um pouco mais afastadas que os ombros. Assim, o apoio mantém o cotovelo à frente do tronco durante todo o movimento, que é justamente a posição que mais favorece o bíceps cabeça curta. Se você não conhece o equipamento, veja o nosso guia de aparelhos de academia com nomes e funções.

Na execução, comece com os braços quase estendidos, sem travar o cotovelo, e suba a barra até o antebraço ficar perto da vertical. Em seguida, segure um segundo no topo e desça em dois a três segundos. A vantagem é o controle: o apoio impede o balanço do tronco e deixa o bíceps fazer o trabalho sozinho. No entanto, a limitação é a fase mais baixa do movimento, que exige cuidado com carga alta para não sobrecarregar o tendão perto do cotovelo.

2. Rosca direta com barra W aberta: mais carga com punho confortável

Rosca direta com barra W aberta

A rosca direta com barra W aberta é a rosca em pé tradicional, feita segurando a barra nas curvas externas, mais afastadas que a largura dos ombros. Enquanto a barra W reduz a tensão no punho em relação à barra reta, a pegada larga desloca parte do esforço para o bíceps cabeça curta.

Fique em pé com os pés na largura do quadril, abdômen firme e cotovelos ao lado do corpo. Suba a barra sem jogar o quadril para frente, segure um instante no alto e desça devagar até quase estender os braços. Geralmente, uma boa referência é escolher um peso com o qual você termine a série com uma ou duas repetições ainda sobrando no tanque.

O ponto forte aqui é a carga: você consegue usar mais peso do que nos exercícios com apoio, e isso ajuda muito na progressão ao longo dos meses. Por outro lado, o cuidado fica por conta da tentação de roubar com o corpo quando o peso aperta. Se o tronco começa a balançar, a cabeça curta deixa de receber o estímulo que você queria e é hora de reduzir a carga.

3. Rosca spider: tensão alta no topo sem roubar no movimento

Rosca spider no banco inclinado

A rosca spider é um exercício de bíceps cabeça curta feito deitado de barriga para baixo num banco inclinado entre 45 e 60 graus. Nessa posição, os braços ficam pendurados na vertical em direção ao chão. Assim como na Scott, o braço fica à frente do tronco, mas sem apoio embaixo do cotovelo, o que aumenta a exigência no topo do movimento.

Apoie o peito no encosto, segure a barra W ou os halteres com pegada aberta e flexione os cotovelos sem deixar os braços irem para frente ou para trás. Logo depois, contraia forte no alto e desça com controle, sentindo o alongamento no fim da descida.

Uma vez que o tronco fica apoiado, não existe balanço possível, então a carga vai direto para o bíceps. Por isso a spider é uma ótima escolha para quem já treina há alguns meses e percebe que rouba na rosca em pé. Mas o lado chato é a montagem: o banco precisa estar livre, e a posição de bruços incomoda algumas pessoas, principalmente quem sente pressão no peito ou no abdômen.

4. Rosca concentrada: controle total para quem sente pouco o bíceps

Rosca concentrada

A rosca concentrada é feita sentado, com um halter em uma das mãos e a parte de trás do braço apoiada na face interna da coxa. Nela, o cotovelo fica fixo e levemente à frente do corpo. Como o movimento é unilateral, você foca toda a atenção em um lado de cada vez e sente o bíceps cabeça curta contrair.

Sente na ponta do banco com as pernas afastadas, deixe o braço estendido e suba o halter girando levemente o punho para fora no final, sem encostar o peso no ombro. Depois, desça em dois a três segundos e só troque de braço quando terminar todas as repetições do primeiro lado.

O grande trunfo da concentrada é a conexão mente e músculo: quem diz que não sente o bíceps trabalhar costuma sentir aqui. Inclusive, ela ajuda a corrigir diferenças de força entre os lados, porque cada braço trabalha sozinho. Já que a carga usada é baixa, ela rende mais no fim do treino, como finalização, do que como exercício principal da sessão.

5. Rosca no cabo com pegada aberta: tensão constante do início ao fim

Rosca no cabo com barra reta e pegada aberta

Para o bíceps cabeça curta, a rosca no cabo com pegada aberta é feita em pé na polia baixa. Assim, você prende uma barra reta ou W ao cabo e afasta as mãos além da linha dos ombros. Principalmente em relação aos pesos livres, a grande diferença é que o cabo mantém tensão no músculo inclusive nas partes do movimento em que o halter fica mais leve.

Dê um passo para trás, deixe os cotovelos ao lado do corpo e flexione até o antebraço passar da horizontal. Assim que chegar ao topo, segure um instante e volte devagar, sem deixar a pilha de pesos encostar entre uma repetição e outra.

Tensão contínua e troca rápida de carga fazem desse exercício uma boa opção para séries com mais repetições e para a técnica de drop set. Em contrapartida, o cabo puxa o corpo para frente, então quem não firma o abdômen acaba compensando com a lombar. Nesse sentido, um passo a mais para trás e os joelhos levemente flexionados resolvem boa parte disso.

6. Rosca crucifixo no cross: cotovelo na linha do ombro

Rosca crucifixo no cross

A rosca crucifixo é feita no cross over, com as duas polias na posição alta e os braços abertos para os lados, na altura dos ombros, como a letra T. Em seguida, a partir dessa posição, você flexiona os cotovelos trazendo as mãos em direção às orelhas. Isso acontece porque o braço aberto costuma favorecer o bíceps cabeça curta.

Segure os puxadores com as palmas para cima, mantenha os cotovelos parados na linha do ombro e contraia no final, como se fosse mostrar o bíceps. Porém, se o cross da sua academia for estreito, faça um braço de cada vez, de lado para a polia.

O ponto alto é o pico de contração com tensão constante do cabo, o que faz dela uma boa finalização. Ainda assim, a carga usada costuma ser baixa, e a posição exige bastante do ombro. Logo, quem sente desconforto nessa articulação ao manter o braço elevado deve preferir a Scott ou a concentrada, que entregam ênfase parecida com menos estresse no ombro.

7. Barra fixa supinada: peso do corpo e muita ativação do bíceps

Barra fixa supinada

A barra fixa supinada, também chamada de chin-up, é a puxada na barra com as palmas das mãos viradas para você. Ela entra na lista do bíceps cabeça curta como opção de carga alta. Embora seja um exercício de costas, o bíceps trabalha intensamente porque segura a flexão do cotovelo com o peso do corpo inteiro, uma carga que dificilmente você usaria numa rosca.

Com as palmas viradas para você, o antebraço fica supinado, e nessa posição o bíceps é o principal flexor do cotovelo, trabalhando muito mais do que na pegada pronada. Mesmo assim, não é o exercício mais específico para a porção interna. Na verdade, o motivo de estar aqui é a sobrecarga que ele oferece com um equipamento simples.

Suba até o queixo passar da barra e desça até quase estender os cotovelos, sem soltar o corpo de uma vez. Geralmente, iniciantes precisam de elástico ou da versão no graviton até completar as repetições. Se esse for o seu caso, trate a barra como meta de médio prazo e use as roscas da lista enquanto ganha força.

Quer ver o bíceps inteiro, não só a porção interna? Afinal, estes sete exercícios funcionam melhor dentro de um treino de braço equilibrado. No nosso treino de bíceps com 8 exercícios você encontra a base completa, e pode trocar um ou dois deles pelos desta lista.

Erros que tiram a tensão da cabeça curta do bíceps

Os erros mais comuns têm a mesma origem: carga maior do que o músculo consegue controlar. Sempre que isso acontece, o corpo recruta ombro, lombar e impulso para completar a repetição. Como resultado, o bíceps cabeça curta deixa de receber o estímulo que você planejou. Em geral, os cinco que mais aparecem são estes:

  • Balançar o tronco: o impulso faz o trabalho que deveria ser do bíceps, principalmente na rosca direta.
  • Levar o cotovelo para frente no topo: o ombro entra no movimento e o bíceps descansa no alto.
  • Cortar a descida: descer rápido desperdiça metade do estímulo da repetição.
  • Pegada estreita demais: fechar as mãos tira a vantagem da porção interna.
  • Punho dobrado para trás: sobrecarrega o antebraço e rouba força da flexão do cotovelo.

Por isso, a correção passa quase sempre por reduzir o peso em 10% a 20% e controlar a descida em dois a três segundos. No começo parece que o treino ficou mais fácil, mas em poucas semanas você percebe o bíceps mais cansado com menos carga. Esse é o sinal de que a tensão voltou para onde deveria estar.

Como montar um treino de bíceps cabeça curta na semana?

Um treino de bíceps cabeça curta funciona melhor com dois ou três exercícios da lista por sessão, feitos uma ou duas vezes por semana. Além disso, inclua sempre pelo menos um exercício para a cabeça longa. Ou seja, a ideia não é trocar o seu treino de braço inteiro, e sim puxar o foco para a porção interna dentro dele.

Uma meta-análise de Schoenfeld e colaboradores foi publicada no Journal of Sports Sciences em 2017. De acordo com ela, 10 ou mais séries semanais por grupo muscular geram mais ganho de massa do que volumes menores. Nesse cálculo, lembre que as puxadas de costas também contam parte desse volume. Sendo assim, veja abaixo como distribuir isso em cada nível.

NívelExercícioSéries x repetições
InicianteRosca Scott com pegada aberta3 x 10 a 12
InicianteRosca concentrada2 x 12 a 15
InicianteRosca martelo (cabeça longa)2 x 12
IntermediárioRosca direta com barra W aberta3 x 8 a 10
IntermediárioRosca spider3 x 10 a 12
IntermediárioRosca crucifixo no cross2 x 12 a 15
IntermediárioRosca inclinada (cabeça longa)3 x 10 a 12

Treino para iniciantes

Quem está nos primeiros meses de academia ganha mais com técnica do que com variedade. Por isso, faça a rosca Scott e a rosca concentrada uma vez por semana, com uma carga que permita completar todas as repetições sem balançar. Por fim, feche com a rosca martelo para não esquecer a cabeça longa.

Depois que dominar o movimento, aumente o peso só quando conseguir fazer o topo da faixa de repetições em todas as séries com boa execução. Se você ainda está montando a sua rotina, o artigo sobre exercícios para iniciantes e como montar um treino simples ajuda a encaixar o bíceps no resto do corpo.

Treino para intermediários

Com mais de seis meses de treino consistente, você já tolera mais volume e exercícios com maior exigência técnica. Por exemplo, a sequência da tabela começa pela rosca direta, que permite mais carga. Depois, passa pela spider e pela crucifixo e termina com a rosca inclinada para alongar a cabeça longa.

Nesse nível, a barra fixa supinada pode entrar no dia de costas como parte do volume de bíceps. Além disso, varie a faixa de repetições a cada quatro a seis semanas e registre as cargas. Afinal, sem anotação fica difícil saber se o treino está evoluindo ou só se repetindo.

Frequência e divisão semanal

Na maioria das rotinas, o bíceps rende bem treinado duas vezes por semana: uma no dia de costas, depois das puxadas, e outra num dia dedicado a braços. Em uma divisão treino ABC, por exemplo, ele pode ficar junto das costas no treino B.

Como remadas e puxadas já recrutam o bíceps, então some esse trabalho ao planejar o volume. O nosso guia de como treinar costas para hipertrofia mostra quais exercícios pesam mais para o braço, e o de melhores exercícios para braços completa o tríceps. Por fim, na recuperação a proteína ao longo do dia conta, e o artigo sobre whey protein para hipertrofia ajuda a fechar a conta.

Perguntas frequentes sobre bíceps cabeça curta

Dá para isolar a cabeça curta do bíceps?

Não. Isso porque as duas cabeças dividem o mesmo tendão de inserção e sempre trabalham juntas na flexão do cotovelo. O que você consegue é dar ênfase à porção interna, com o braço à frente do corpo e pegada mais aberta que os ombros.

A rosca Scott pega qual parte do bíceps?

A rosca Scott trabalha o bíceps inteiro, mas dá ênfase à cabeça curta, a parte interna, porque o braço fica apoiado à frente do tronco. Ou seja, as duas cabeças participam, com vantagem para a curta.

A rosca no cabo trabalha a cabeça curta?

Sim, principalmente com barra e pegada mais aberta que os ombros. Além disso, o cabo mantém tensão constante durante todo o movimento. Por outro lado, com corda ou pegada neutra, o foco tende a ir para a cabeça longa e para o braquial.

Qual exercício trabalha a cabeça longa do bíceps?

O exercício para cabeça longa do bíceps mais conhecido é a rosca inclinada com halteres, que leva o braço para trás do corpo e alonga essa porção. Da mesma forma, a rosca martelo e a rosca com pegada fechada ajudam.

Cabeça curta do bíceps femoral é a mesma coisa?

Não. O bíceps femoral fica na parte de trás da coxa e faz parte dos posteriores. Inclusive, a cabeça curta dele flexiona o joelho. Este guia trata só do bíceps braquial, o músculo da frente do braço.

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