Garmin Forerunner 165: análise completa, preço e se vale a pena

Garmin Forerunner 165: análise completa, preço e se vale a pena

Sim, o Garmin Forerunner 165 vale a pena para quem corre até 10 km e quer tela AMOLED, GPS confiável e métricas de recuperação. Quem treina para maratona com volume alto, porém, deve olhar o Forerunner 265, que tem GPS multibanda e indicadores de carga.

Sou Petrus Vieira, profissional de Educação Física (CREF 004521-G/PE). Esta análise, porém, não é um teste de uso próprio. Ela se apoia no manual da Garmin e em testes publicados, lidos com o olhar de quem prescreve treino.

Os preços mudam com frequência, então trate os valores citados como referência de data (julho de 2026, conforme o Olhar Digital) e confira o preço atualizado na Amazon antes de comprar. Em seguida, a tabela abaixo ajuda a decidir rápido.

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Seu perfilMelhor escolhaComprar
Corre 5 a 10 km e quer tela AMOLEDForerunner 165Ver preço na Amazon
Quer música sem o celularForerunner 165 MusicVer comparação
Iniciante com orçamento curtoForerunner 55Ver comparação
Treina para meia ou maratonaForerunner 265Ver comparação

O que é o Garmin Forerunner 165 e para quem ele serve?

O Garmin Forerunner 165 é um relógio de corrida com GPS, tela AMOLED de 1,2 polegada e sensor óptico de frequência cardíaca. Ele fica entre o Forerunner 55, mais simples, e o Forerunner 265, pensado para quem treina com volume alto.

Atende bem quem corre provas curtas, quer acompanhar ritmo e recuperação e não precisa de indicadores avançados de carga. Também cobre natação, pagamento por aproximação e notificações do celular, o que faz dele um relógio de uso diário, e não só de treino.

Se você ainda está comparando marcas e faixas de preço, a seleção dos melhores relógios para corrida em 2026 coloca outros modelos lado a lado, com critérios parecidos com os desta análise e o mesmo cuidado com as fontes.

Ficha técnica do Forerunner 165

A tabela reúne os dados da versão padrão, também chamada de Basic, conforme as fontes citadas no fim do texto: The5KRunner, DC Rainmaker, Trusted Reviews e Olhar Digital.

EspecificaçãoDetalhe
TelaAMOLED de 1,2 polegada, com toque
Botões5 botões físicos
PesoCerca de 39 g
Resistência à água5 ATM
GPSSem multibanda
SensoresFrequência cardíaca óptica, altímetro barométrico, bússola e termômetro
Bateria smartwatchAté 11 dias (cerca de 4 com tela sempre ligada)
Bateria com GPSAté 19 h
PagamentoNFC com Garmin Pay
MúsicaArmazena músicas só na versão Music
NataçãoPiscina e águas abertas
Microfone e alto-falanteNão tem
Preço (julho de 2026)R$ 2.749 cheio; oferta de R$ 1.899

Por outro lado, faltam GPS multibanda e microfone. Para quem corre na rua em áreas abertas, isso pesa pouco, como mostra a parte de GPS e frequência cardíaca mais adiante.

Como esta análise foi feita: fontes e testes consultados

Esta análise não parte de uso próprio do relógio. Ela cruza o manual oficial da Garmin com os testes publicados pelo DC Rainmaker (fevereiro de 2024), pelo Olhar Digital (julho de 2026), pela Trusted Reviews e pelo The5KRunner.

Depois, interpretei esses dados como profissional de Educação Física, com foco no que muda o treino de quem corre até 10 km. Sempre que um número vem de um teste, cito a fonte. Quando é recomendação de treino, deixo isso claro.

Design, tela AMOLED e uso no dia a dia

Design, tela AMOLED e uso no dia a dia

No design, o Garmin Forerunner 165 acerta ao juntar tela AMOLED colorida, corpo leve e controle por toque e por botões. De acordo com o Olhar Digital, ele pesa cerca de 39 g e tem resistência de 5 ATM, então dá para usá-lo o dia todo, inclusive na chuva.

Não tem microfone nem alto-falante, então não atende ligações pelo pulso. Para quem quer um relógio de corrida que também funcione como smartwatch básico, o conjunto dá conta da rotina sem pedir carregador todo dia.

Tela AMOLED de 1,2 polegada com toque e cinco botões

A tela AMOLED de 1,2 polegada é o maior salto em relação ao Forerunner 55, que usa tela MIP, conforme a Trusted Reviews. As cores ficam mais vivas e os mostradores, mais detalhados.

Ao mesmo tempo, os cinco botões físicos continuam lá, mesmo com a tela touch. Na corrida, isso ajuda, porque marcar volta ou pausar com a mão suada é mais seguro no botão do que no toque, principalmente debaixo de chuva.

Peso de 39 g, cores disponíveis e ajuste no pulso

São cerca de 39 g, conforme o Olhar Digital, leve o bastante para dormir com o relógio e registrar a HRV da noite. As cores variam por edição: Black/Slate Grey, Mist Grey/Whitestone, Turquoise/Aqua e Berry/Lilac, conforme o The5KRunner.

Para o ajuste, a orientação de Educação Física é simples: no treino, use a pulseira firme, cerca de um dedo acima do osso do punho, para o sensor óptico encostar melhor na pele e a leitura oscilar menos.

App Garmin Connect, notificações e outros esportes

De acordo com o manual da Garmin, funciona com iPhone pelo app Garmin Connect, mas, conforme o Olhar Digital, as respostas rápidas por texto só funcionam no Android. Por isso, quem usa iPhone deve contar com essa limitação antes de comprar.

Fora da corrida, há perfis de natação em piscina e em águas abertas, conforme o The5KRunner. O NFC com Garmin Pay está nas duas edições, mas a disponibilidade depende do banco, então confira se o seu cartão é compatível no Brasil.

Bateria do Forerunner 165: quanto dura de verdade?

Bateria do Forerunner 165: quanto dura de verdade?

A bateria do Garmin Forerunner 165 dura até 11 dias em modo smartwatch e até 19 horas com GPS, de acordo com o DC Rainmaker. No teste do Olhar Digital, o uso moderado rendeu de 11 a 14 dias, então muita gente vai carregar o relógio uma vez por semana.

Modo de usoAutonomiaFonte
SmartwatchAté 11 diasDC Rainmaker
Tela sempre ligadaCerca de 4 diasDC Rainmaker
Uso moderado11 a 14 diasOlhar Digital
Tela sempre ligada4 a 5 diasOlhar Digital
GPS padrãoAté 19 hDC Rainmaker
Todos os sistemasAté 17 hDC Rainmaker
GPS com músicaCerca de 7 hDC Rainmaker
Carga completaCerca de 1 hDC Rainmaker

Em resumo, especificação e teste de uso batem. Os dois recursos que mais encurtam a autonomia são a tela sempre ligada e a música tocando no relógio, e os dois aparecem em detalhe logo abaixo, com os números de cada fonte.

Modo smartwatch e tela sempre ligada

Com a tela acendendo só ao girar o pulso, o Garmin Forerunner 165 chega a 11 dias. Com a tela sempre ligada, cai para cerca de 4 dias, conforme o DC Rainmaker, e para 4 a 5 dias no teste do Olhar Digital.

Para a maioria dos corredores, o modo de gesto é o melhor equilíbrio: a semana inteira de bateria, com a tela fixa reservada para dias específicos, como o de uma prova.

Autonomia em treinos com GPS e com música

Com GPS, são até 19 horas no modo GPS padrão e até 17 horas com todos os sistemas, conforme o DC Rainmaker. Para provas de até 10 km, sobra. Até o longão de fim de semana cabe, porque a margem é grande.

No Forerunner 165 Music, tocar música armazenada no relógio junto com o GPS reduz a autonomia para cerca de 7 horas. A carga completa leva cerca de 1 hora, de acordo com o mesmo teste.

GPS e frequência cardíaca: os dados são confiáveis?

GPS e frequência cardíaca: os dados são confiáveis?

Sim, em geral os dados do Garmin Forerunner 165 são confiáveis para treinar corrida. Conforme o DC Rainmaker, o GPS ficou virtualmente idêntico ao de relógios multibanda, enquanto o sensor de frequência cardíaca demorou a estabilizar no aquecimento e nas paradas.

Na maior parte do tempo, o GPS não é o problema. O pulso é. Mesmo assim, o Olhar Digital registrou desvio perto de prédios altos, e vale saber onde cada sensor falha antes de confiar cegamente no pace da tela.

GPS sem multibanda: o que mostram os testes publicados

O Forerunner 165 não tem GPS multibanda, recurso que o Forerunner 265 oferece, conforme o DC Rainmaker. Nos testes dele, mesmo sem esse recurso, os traçados ficaram virtualmente idênticos aos de relógios multibanda usados como comparação.

Para quem corre em parques, avenidas e orlas, a falta do multibanda pesa pouco, e o modo com todos os sistemas de satélite já ajuda quando a precisão importa mais.

Onde o sinal falha: prédios altos e trechos urbanos

Principalmente perto de prédios altos. Foi ali que o Olhar Digital registrou desvio do GPS, e quem corre no centro de grandes cidades pode ver o pace oscilar e a distância final ficar um pouco diferente da real.

Nesse sentido, recomendo olhar o pace médio da volta, e não o instantâneo. Em treinos de ritmo, prefira um percurso aberto, como uma pista ou uma orla, onde o céu fica mais livre para o sinal.

Sensor óptico de frequência cardíaca no pulso

O sensor óptico do 165 demorou cerca de 8 minutos para estabilizar no aquecimento, de acordo com o DC Rainmaker. Também houve atraso nas paradas, quando a frequência cai rápido.

Para a corrida contínua e leve, base do treino de quem corre até 10 km, o efeito é pequeno. Em tiros curtos, guie o esforço pelo pace e pela percepção de esforço, com a frequência cardíaca só como apoio.

Métricas de corrida: o que importa para quem corre 5 e 10 km

Para quem corre até 10 km, as métricas do Garmin Forerunner 165 que mais ajudam são VO2 máx, tempo de recuperação e HRV. Conforme o Olhar Digital, o relógio também mede cadência, comprimento de passada, oscilação vertical e tempo de contato com o solo.

Como profissional de Educação Física, vejo esses números como painel de apoio, não como juiz do treino. Eles mostram tendência ao longo das semanas, enquanto o que decide o dia é como você dormiu, comeu e se sentiu no aquecimento.

Se você está começando, o guia completo de corrida de rua para iniciantes mostra como montar a base. Quando a meta virar prova, o plano de 10 km em 8 semanas transforma esses dados em treino, semana a semana.

VO2 máx e tempo de recuperação na prática

O VO2 máx estimado serve para acompanhar a evolução do condicionamento, e não para comparar você com outras pessoas. Olhe a tendência mês a mês: se o número sobe enquanto o pace leve melhora, o treino está funcionando.

Já o tempo de recuperação sugere quantas horas esperar antes de outro treino forte, uma vez que o corpo precisa absorver o estímulo. Use esse dado para escolher entre treino de qualidade e corrida leve, mas sem ignorar dor, cansaço e a qualidade da noite.

HRV, sono e relatório matinal

A HRV, ou variabilidade da frequência cardíaca, indica como o corpo responde ao treino e ao estresse do dia a dia. Em geral, quedas persistentes em relação ao seu próprio padrão pedem uma semana mais leve.

O relatório matinal, presente no Garmin Forerunner 165 conforme o Olhar Digital e a Trusted Reviews, reúne esses dados ao acordar. Como o sono pesa muito na recuperação, vale ler também como melhorar o sono com 10 hábitos.

Cadência e passada: quando vale olhar esses números

Cadência, comprimento de passada, oscilação vertical e tempo de contato com o solo descrevem a mecânica da corrida. Para quem está começando, mexer nesses números à força costuma trazer mais desconforto do que ganho.

Por essa razão, minha recomendação é observar a cadência só depois de alguns meses de treino regular. Se ela estiver baixa e o impacto incomodar, ajustes pequenos e graduais, de preferência com orientação profissional, funcionam melhor do que mudanças bruscas.

O que o Forerunner 165 não mede

De acordo com o DC Rainmaker, o Forerunner 165 não tem Training Readiness, Training Status nem Training Load, recursos que resumem prontidão e carga acumulada. Em outras palavras, ele não junta a carga da semana em um único indicador, como faz o 265.

Em provas curtas, uma planilha simples de volume semanal e a percepção de esforço resolvem essa ausência. Quem treina com volume alto sente falta desses indicadores, e esse é o principal motivo para considerar o 265.

Forerunner 165 Music: vale pagar a mais pela versão?

Vale pagar pelo Garmin Forerunner 165 Music só se você quer correr ouvindo música sem levar o celular. Conforme o The5KRunner, apenas essa versão armazena músicas, com Spotify, Deezer e Amazon Music sincronizados via Wi-Fi.

Para ouvir a música do relógio, você também vai precisar de fones Bluetooth. Se ainda não tem um bom par, confira os melhores fones de ouvido para treinar em 2026, porque o fone entra no custo real dessa versão.

O que muda entre a versão Basic e a Music

A diferença principal é o armazenamento de música, que só o Music tem, conforme o The5KRunner. NFC com Garmin Pay e perfis de natação aparecem nas duas edições.

Muda também a bateria quando a música está tocando: com GPS e música juntos, a autonomia cai para cerca de 7 horas, de acordo com o DC Rainmaker.

Para quem a diferença de preço compensa

Em julho de 2026, conforme o Olhar Digital, o Music custava cerca de R$ 2.344, enquanto o padrão tinha preço cheio de R$ 2.749 e oferta de R$ 1.899. Compare as duas versões no mesmo dia, porque a diferença real depende da promoção.

Se você costuma correr com o celular na pochete, a música armazenada no relógio perde importância, e a economia pode ir para um tênis ou um fone melhor.

Forerunner 165 ou Forerunner 55: qual escolher?

Na comparação Forerunner 165 vs 55, o Garmin Forerunner 165 vence em tela e opções, enquanto o 55 ganha em bateria e preço. Conforme a Trusted Reviews, o 55 usa tela MIP e dura até 14 dias, contra tela AMOLED de 1,2 polegada e 11 dias no 165.

RecursoForerunner 55Forerunner 165
TelaMIPAMOLED de 1,2 polegada
Bateria smartwatchAté 14 diasAté 11 dias
Bateria com GPSAté 20 hAté 19 h
Relatório matinalSimSim
MúsicaNãoSó no Music
Lançamento (Reino Unido)£179,99£249,99

Se você vai correr pela primeira vez, leia antes o guia de como começar a correr do zero. Nas primeiras semanas, o que mais pesa é a constância, e qualquer um dos dois relógios registra muito bem essa fase.

O que o 165 tem a mais que o 55

De acordo com a Trusted Reviews, o 165 traz tela AMOLED de 1,2 polegada, contra a MIP do 55, e oferece uma versão com música, que o 55 não tem.

No Forerunner 165 vs 55, essas diferenças melhoram mais a experiência de uso do que o resultado do treino. A tela é mais bonita e há a opção de música, mas pace e distância seguem no centro do treino nos dois.

Quando o Forerunner 55 já resolve

O Forerunner 55 resolve para quem está começando, quer gastar menos e precisa só de GPS, frequência cardíaca e relatório matinal. Quem valoriza bateria também sai ganhando: são até 14 dias em modo smartwatch e 20 horas com GPS.

Se você sabe que vai correr por anos e quer uma tela melhor, pular direto para o Garmin Forerunner 165 evita trocar de relógio no meio do caminho. Nesse caso, o investimento maior hoje pode sair mais barato depois.

Forerunner 165 ou Forerunner 265: quando vale subir de modelo?

No duelo Forerunner 165 vs 265, o Garmin Forerunner 165 basta para quem corre até 10 km, enquanto o 265 compensa para quem treina meia ou maratona com volume alto. Conforme o DC Rainmaker, o 265 soma GPS multibanda, perfil de triathlon e indicadores de carga.

RecursoForerunner 165Forerunner 265
GPS multibandaNãoSim
Training ReadinessNãoSim
Training Status e Training LoadNãoSim
Perfil de triathlonNãoSim
Preço nos EUA (fevereiro de 2024)US$ 249US$ 449

Se a meta é a primeira prova de 21 km, o guia de como se preparar para a primeira meia maratona ajuda a organizar o volume. Com o plano em mãos, fica mais fácil saber se os recursos extras do 265 vão ser usados de fato.

Recursos exclusivos do Forerunner 265

O 265 se destaca pelo Training Readiness, que estima a prontidão para treinar, e pelo Training Status e Training Load, que acompanham a carga acumulada, conforme o DC Rainmaker. Além disso, tem GPS multibanda e perfil de triathlon.

Nos Estados Unidos, o DC Rainmaker listou o 265 por US$ 449, contra US$ 249 do 165, em fevereiro de 2024. No Forerunner 165 vs 265, é uma diferença grande, que precisa se pagar com uso real dos recursos extras.

Para quem o 265 compensa

Compensa para quem treina meia ou maratona, corre quase todos os dias e quer acompanhar a carga sem planilha. Faz sentido também para quem pratica triathlon ou corre muito entre prédios altos, onde o Olhar Digital registrou desvio no 165.

Para quem corre provas curtas algumas vezes por semana, o Garmin Forerunner 165 entrega o necessário. A economia pode ir para tênis, avaliação física ou acompanhamento de um profissional, que costumam pesar mais no resultado.

Quanto custa o Garmin Forerunner 165 no Brasil?

Quanto custa o Garmin Forerunner 165 no Brasil?

Em julho de 2026, de acordo com o Olhar Digital, o Garmin Forerunner 165 tinha preço cheio de R$ 2.749 e aparecia em oferta de R$ 1.899 na Amazon. Como os preços mudam bastante, confira o valor atualizado antes de fechar a compra.

Como referência internacional, o DC Rainmaker listou o 165 por US$ 249 e o Music por US$ 299 nos Estados Unidos, em fevereiro de 2024, o que dá noção da distância entre as versões, mesmo com câmbio e impostos diferentes por aqui.

Preço cheio, oferta e histórico de descontos

A diferença entre R$ 2.749 e R$ 1.899 mostra que o relógio já entrou em promoção forte na Amazon, conforme o Olhar Digital. Só existe esse registro público datado, então não dá para afirmar um padrão fixo de descontos ao longo do ano.

A dica é acompanhar o preço por algumas semanas e comprar quando ele se aproximar da faixa de oferta registrada. Compare também o 165 padrão com o Music no mesmo dia, já que a diferença entre eles varia.

Onde comprar com segurança

Na Amazon, prefira sempre que possível o anúncio vendido e entregue pela própria Amazon. Confira o nome do vendedor antes de fechar o pedido, guarde a nota fiscal e verifique as condições de garantia na página do produto, para ter respaldo se algo der errado.

Desconfie de preços muito abaixo da oferta registrada em julho de 2026, porque um desconto fora da curva pede atenção redobrada com a procedência do produto.

Garmin Forerunner 165: veredito, prós e contras

Veredito rápido

Boa compra para quem corre até 10 km e quer tela AMOLED, GPS confiável e métricas de recuperação. Não tem multibanda, triathlon nem indicadores de carga, e o preço oscila bastante entre o cheio e a oferta.

O Garmin Forerunner 165 é a escolha certa para quem corre provas curtas e quer tela AMOLED, GPS confiável e métricas de recuperação sem pagar o preço do 265. Quem treina maratona com volume alto ou faz triathlon deve subir de modelo.

Na minha leitura como profissional de Educação Física, o relógio entrega dados suficientes para orientar um treino bem feito, mas não substitui planejamento, progressão gradual e acompanhamento, que seguem sendo o que mais muda o resultado.

Prós

Os pontos fortes abaixo vêm do manual oficial e dos testes publicados, e cada item indica a fonte de onde o dado saiu.

Pontos fortes

  • Tela AMOLED de 1,2 polegada com toque e cinco botões, conforme a Trusted Reviews e o Olhar Digital.
  • GPS preciso, virtualmente idêntico a relógios multibanda nos testes do DC Rainmaker.
  • Bateria de até 11 dias e até 19 h com GPS, de acordo com o DC Rainmaker.
  • Métricas de recuperação, como HRV, VO2 máx e relatório matinal, conforme o Olhar Digital.
  • NFC com Garmin Pay e perfis de natação nas duas versões, conforme o The5KRunner.
  • Leve, com cerca de 39 g, conforme o Olhar Digital.

Contras

Os pontos de atenção também saem dos testes publicados e pesam conforme o tipo de treino que você faz.

Pontos de atenção

  • Sem GPS multibanda, de acordo com o DC Rainmaker, e com desvio perto de prédios altos, conforme o Olhar Digital.
  • Frequência cardíaca lenta no aquecimento e nas paradas, conforme o DC Rainmaker.
  • Sem Training Readiness, Training Status e Training Load, conforme o DC Rainmaker.
  • Sem perfil de triathlon, microfone e alto-falante, de acordo com o Olhar Digital.
  • Respostas rápidas por texto só no Android, conforme o Olhar Digital.
  • Música armazenada só na versão Music, conforme o The5KRunner.

Perfil ideal e quem deve evitar

O perfil ideal é o corredor de provas curtas que quer evoluir com dados simples e um relógio agradável no dia a dia. Quem treina com volume alto, faz triathlon ou exige GPS multibanda deve evitar o modelo.

Para quem é

  • Quem corre até 10 km e quer tela AMOLED.
  • Quem quer acompanhar HRV, VO2 máx e recuperação.
  • Quem também nada em piscina ou em águas abertas.

Para quem não é

  • Quem treina maratona com volume alto e quer controlar a carga.
  • Quem pratica triathlon.
  • Quem quer atender ligações pelo relógio.

Se o seu perfil bate com o primeiro grupo, confira o preço atualizado na Amazon antes de comprar. O valor oscila bastante: a diferença entre o preço cheio e a oferta registrada em julho de 2026 passou de R$ 800.

Conteúdo elaborado por Petrus Vieira, profissional de Educação Física, CREF 004521-G/PE.

Perguntas frequentes sobre o Garmin Forerunner 165

O Garmin Forerunner 165 é à prova d’água?

Sim. O Garmin Forerunner 165 tem resistência de 5 ATM, conforme o Olhar Digital, e conta com perfis de natação em piscina e em águas abertas, conforme o The5KRunner.

O Forerunner 165 tem NFC para pagamento por aproximação?

Sim. As duas versões, a padrão e a Music, têm NFC com Garmin Pay, de acordo com o The5KRunner. A disponibilidade depende do seu banco no Brasil, então confira se o seu cartão é compatível.

O Forerunner 165 funciona com iPhone?

Sim. Conforme o manual da Garmin, funciona com iPhone pelo app Garmin Connect, mas, conforme o Olhar Digital, as respostas rápidas por texto só funcionam no Android.

Existe Forerunner 165 branco ou versão feminina?

A Garmin não divide o 165 por gênero nas fontes consultadas, mas há cores claras, como Mist Grey/Whitestone e Berry/Lilac, que variam por edição.

O Forerunner 165 serve para natação na piscina?

Sim. Ele tem perfis de natação em piscina e em águas abertas, de acordo com o The5KRunner, além de resistência de 5 ATM. Se você está começando, veja o guia de natação para adultos iniciantes.

Quanto tempo leva para carregar o Forerunner 165?

Cerca de 1 hora para a carga completa, conforme o DC Rainmaker. Dá para recarregar enquanto você toma banho e se arruma depois do treino.

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